A agregação entre as tecnologias de informação e o ensino proporcionará mais valia para a educação e para o desenvolvimento do país, garantiu quarta-feira, em Luanda, o vice-ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Pedro Teta.

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2 Maio 2009

Meus queridos,
 
Queridos amigas e amigos e ilustres convidados, é uma grande honra contar com a vossa presença no meu quinquagésimo aniversário. Não poderia estar em melhor companhia! Espero, portanto, que tenham uma noite muito agradável.

Permitam-me, ainda, que dê uma palavra de apreço e o meu especial obrigado aos meus pais, à minha amada esposa e aos meus queridos filhos,os meus irmãos , o meu sogro, e restante família, , sinto orgulho de poder dizer que vocês preenchem a minha vida, vocês realizam-me!
 
Obrigado a todos pela vossa presença!

26 Fevereiro 2009

Os últimos anos mostraram que as TIC estão cada vez mais interligadas com os negócios, ao ponto de, muitos deles não existirem sequer sem a tecnologia que os suporta. Esta é uma mudança significativa face a um cenário em que as TIC eram uma escolha de logística para uma situação em que passam a ser uma necessidade logística, para praticamente todos os negócios.

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O mercado das TIC não escapou à crise financeira, e as acções de algumas das maiores empresas do sector conheceram quedas em bolsa e este ano os valores dos despedimentos no sector das TIC atinge mais de 200 mil trabalhadores.

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    Abaixo poderá visualizar as comunicações efectuadas nas Jornadas Técnico-Científicas da FESA, ocorridas a 20 de Novembro do presente ano.

    Ver Discurso       Ver Apresentação

redes_urbanas O professor universitário Pedro Teta apelou, ontem, em Luanda, para a    necessidade de se repensar a organização económica e social do    território    nacional no contexto das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC),    “porque há a preocupação legítima de promover a igualdade    de    oportunidades e de gerar acessos que provoquem o desenvolvimento social    económico no país”.
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Alberto António Teta Lando, filho de Alberto Teta Lando e de  Maria da Conçeição dos Santos Teta, deixou-nos. Foi como se nos tivesse oferecido um último acorde longo, longo de 60 anos de melodias, de harmonias, de desarmonias, de acordes alegres em “dó maior” e de feridas dolorosas em “si menor”. Deixou-nos cedo, demasiado cedo, apenas cumpridos os 60 anos.

Alberto Teta Lando nasceu em Mbanza Congo, Província do Zaire, República de Angola, no epicentro dos acontecimentos que marcaram e produziram a contemporaneidade do actual Estado de Angola. Tinha apenas 13 anos, quando perdeu o pai, brutalmente assassinado pelo regime colonial português, por este defender a independência, a dignidade e o respeito pela diferença na unidade. Com essa idade somos demasiado pequenos para compreender e explicar a brutalidade e a intolerância dos homens; mas somos suficientemente crescidos para nunca esquecer as vicissitudes a que os homens são submetidos.

Aos 13 (treze anos) fica difícil perceber o porque decapitar um homem; pois os colonialistas portugueses, em 1961, inicio da luta de libertação  nacional, decapitaram o pai de Teta Lando, que foi enterrado sem cabeça, porque esta foi usada como amostra para intimidação dos chamados indígenas, para calar as aspirações dos angolanos à independência. 

Na sequência da morte do velho Teta, pai de Teta Lando, nosso Patriarca,  a família Teta, composta por 32 irmãos ficou destroçada  e separada. Se alguns permaneceram em Angola, outros foram para o exílio e juntaram-se aos movimentos de libertação.

Teta Lando, sua mãe e alguns de seus irmãos, fixaram residência em Luanda e Lisboa. Iniciou, então, a sua carreira musical fazendo, da música, uma arma da continuidade do legado de seu pai, a arma de combate contra  o colonialismo português e da canção um instrumento de promoção da democracia, da justiça social, da unidade nacional e da promoção dos valores Angolanos e Africanos. A cultura Bakongo, por exemplo, assumiu particular importância na sua produção, destacando-se músicas tais como  Kimbemba, Ntoyo, Tata Nkento entre outras. Muitas outras, diria, músicas militantes e românticas, letras para encantar e para lutar, palavras de oração e liberdade, são hoje verdadeiros hinos nacionais.

Por isso tudo, por tudo o que fizeste, construiste e nos deixaste, atrevo-me a dizer que  “Fugaste da escola” da vida, meu caro amigo, meu tio, meu irmão, meu artista. Fugaste, e nada disseste. Não disseste se “Vais Voltar” para um “Funge de Domingo”, para veres as vaidades e as voltinhas da “Menina de Angola” ou para nos contar as histórias da “Tia Chica”, a tal que vendia banana, ginguba e limão.

E fugiste antes de tempo, deixando-nos mais tristes, mais sós e mais órfãos!

Com a tua partida, a partitura das nossas noites de liberdade e de fraternidade ficou sem o maestro de mão segura que nos conduziu por caminhos de harmonias pessoais e socias. E que dirá  “Ntoyo ?”, agora que não estás mais entre nós e que não teremos a oportunidade de ouvir, cantada por ti, essa magnífica canção de revolta e liberdade? Que dirá essa ave amordaçada por medos sem sentido? Vai mesmo falar, apesar das vozes discordantes e das opiniões divergentes. Assim como nós, filhos da liberdade de um país que amaste e que cantaste, vezes sem conta.

Meu caro amigo, meu tio, meu irmão, meu artista.

Se eu tivesse o engenho e a arte que passeaste por estas nossas terras, dir-te-ia coisas ainda mais lindas do que aquelas que nos cantaste.
Parafraseando uma das tuas canções e, rezando baixinho, pediria  ao “Senhor para escutar a minha voz”, dizendo-lhe que estamos aqui para nos despedirmos de ti. Dizendo-lhe que a suavidade de uma música merece as honras e as belezas do paraíso onde te encontras.

Pai, Tio Beto, Mano Beto

Infelizmente só depois de partires nesta viagem sem retorno é que compreendemos aquilo que enquanto presente não era possível compreender, a sua visão de futuro, os teus princípios, a sua verticalidade, o teu forte  espírito tradicional enraizado na Cultura Bakongo, as tuas mágoas, enfim a tua honestidade.

Visionário!
Só agora percebemos as mensagens:
Camarada a palavra de ordem é união
Irmão ama o teu irmão
Irmão ajuda o teu irmão.

Só agora compreendemos o que predisseste sobre a união genuína  dos angolanos com o funje de Domingo.

Nosso visionário e poeta!

Estamos todos aqui a cumprir  com o seu Kimbemba.

Pai, mano Beto, tio Beto, avô, primo Beto!
A tua querida Cecília, os teus filhos  Nani, Mami , Vava, irmãos e irmãs,

Os teus tios e tias,

Os teus sobrinhos e sobrinhas,

Os teus primos e primas,

Os teus Netos e Netas

Os teus irmãos e sobrinhos da Diáspora ausentes neste ultimo Adeus,

Os teus cunhados e cunhadas,

Os teus compadres e comadres,

Os teus colegas da Música,

Os teus queridos companheiros da UNAC,

Muito dos teus amigos e amigas, conhecidos, conhecidas e todos teus admiradores

Estamos todos, dizendo-te, num curto adeus de músicas tuas, que ouviremos as tuas canções para que a tristeza se converta num fio de esperanças novas, de dias cheios de felicidade e de fraternidade.

Estamos aqui para reafirmarmos o nosso compromisso com o teu legado, a continuidade do Espirito de União, honestidade, bem como garantir-lhe  que tudo faremos para continuarmos a Honrar o nome do nosso patriarca, também conhecido como o Velho Teta do Uige, pelo qual sempre te bateste e cantaste o meu “ Eu vou Voltar”.

Descansa em paz, na paz dos justos, dirá  a Igreja, e na paz dos artistas, criadores de beleza e de emoções, diremos nós. Até sempre. Toma Kwenda!

9 Junho 2008


A OCDE alerta para evolução do cibercrime e falta de respostas centralizadas e apresenta um estudo em que, nos últimos anos, o malware evoluiu da ameaça pontual para uma indústria criminosa avaliada em muitos milhões de dólares.
  
    

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Em 2005, a pedido do Governo, a AIE realizou um exame ao sector energético e às políticas energéticas em Angola. O processo incluiu a realização de uma visita de duas semanas a Angola de uma equipa de examinadores da AIE a fi m de se encontrarem com representantes de entidades públicas e outros agentes ligados ao sector energético, e ainda com o propósito de recolher documentação. A equipa realizou reuniões na capital, Luanda, e nos seus arredores, bem como em Lubango, uma cidade importante na província de Huila, a sul do país.

Este relatório é o resultado do trabalho da equipa de examinadores: um exame independente das principais questões de política energética com que se depara o país. Baseado na metodologia utilizada para os exames em profundidade dos países membros da AIE, o relatório foca as  áreas que requerem uma intervenção prioritária.

O contexto económico é baseado na nota sobre o Estado de Angola publicada pelo Centro de Desenvolvimento da OCDE e o Banco de Desenvolvimento Africano em “Perspectivas Económicas em África de 2004/2005” (African Economic Outlook 2004/2005) – ir ao endereço: www.oecd.org/dev/publications/africanoutlook.

A perspectiva resultante deste exame serve-se dos 30 anos de experiência de cooperação para a política energética dos 26 países membros da AIE. O seu objectivo é ajudar o Governo de Angola a desenvolver políticas energéticas de mercado para servir de base a um desenvolvimento económico sustentável, e identifi car as áreas a que se devem destinar o auxílio técnico e os investimentos energéticos no futuro.

Os exames já publicados de outros países não-membros incluem os exames a países da Europa central e oriental, (muitos dos quais são actualmente países membros da AIE), a Rússia, a região do mar Cáspio e a África do Sul.

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27 Maio 2008

Comunicação da 11ª Sessão da CCTDNU – Comissão da Ciência e da Tecnologia ao Serviço do Desenvolvimento das Nações Unidas

Nas nações modernas, a inovação tecnológica constitui um dos pilares da segurança e da vitalidade económica na medida em que é universalmente reconhecida como uma das chaves para o crescimento económico e a criação de postos de trabalho, e, por conseguinte, uma condição sine qua non de qualquer progresso na área da saúde, a esperança de vida e a qualidade da vida. É um ingrediente indispensável do bem-estar individual na medida em que intervém amplamente no nosso comportamento e a qualidade da nossa vida e constitui a base da maior parte das empresas modernas.

Conscientes destes desafios, as autoridades Angolanas tomaram, desde os primeiros anos da independência nacional, medidas destinadas a reforçar progressivamente as capacidades nacionais relativamente à ciência e tecnologia.

Estas medidas colocam uma tónica particular no desenvolvimento dos recursos humanos e na implementação de infra-estruturas científicas e tecnológicas.

Antes de mais, lembrem-se que Angola é um vasto território da África Austral de 1.246.700 km2. Administrativamente, encontra-se subdividido em 18 províncias. Os efeitos da guerra sobre as infra-estrutura - a destruição das pontes e das vias de comunicação - tornaram estas entidades ainda mais distantes umas das outras do que eram anteriormente.

País grandemente diversificado tanto pela distribuição espacial dos recursos naturais como pela configuração geográfica e etno-cultural dos seus povos, os quais se tornaram, às vezes, e em simultâneo, adversários e inimigos, Angola, através do seu Governo e da sua agenda política, está decididamente empenhada na redução das assimetrias sociais, na realização da unidade, da harmonia e da reconciliação nacional. Para o efeito, o Governo investiu no domínio da Ciência e Tecnologia.

Apresentamos em seguida a abordagem adoptada por Angola para fortalecer o papel da ciência e a tecnologia na sua estratégia de desenvolvimento.