Alberto António Teta Lando, filho de Alberto Teta Lando e de  Maria da Conçeição dos Santos Teta, deixou-nos. Foi como se nos tivesse oferecido um último acorde longo, longo de 60 anos de melodias, de harmonias, de desarmonias, de acordes alegres em “dó maior” e de feridas dolorosas em “si menor”. Deixou-nos cedo, demasiado cedo, apenas cumpridos os 60 anos.

Alberto Teta Lando nasceu em Mbanza Congo, Província do Zaire, República de Angola, no epicentro dos acontecimentos que marcaram e produziram a contemporaneidade do actual Estado de Angola. Tinha apenas 13 anos, quando perdeu o pai, brutalmente assassinado pelo regime colonial português, por este defender a independência, a dignidade e o respeito pela diferença na unidade. Com essa idade somos demasiado pequenos para compreender e explicar a brutalidade e a intolerância dos homens; mas somos suficientemente crescidos para nunca esquecer as vicissitudes a que os homens são submetidos.

Aos 13 (treze anos) fica difícil perceber o porque decapitar um homem; pois os colonialistas portugueses, em 1961, inicio da luta de libertação  nacional, decapitaram o pai de Teta Lando, que foi enterrado sem cabeça, porque esta foi usada como amostra para intimidação dos chamados indígenas, para calar as aspirações dos angolanos à independência. 

Na sequência da morte do velho Teta, pai de Teta Lando, nosso Patriarca,  a família Teta, composta por 32 irmãos ficou destroçada  e separada. Se alguns permaneceram em Angola, outros foram para o exílio e juntaram-se aos movimentos de libertação.

Teta Lando, sua mãe e alguns de seus irmãos, fixaram residência em Luanda e Lisboa. Iniciou, então, a sua carreira musical fazendo, da música, uma arma da continuidade do legado de seu pai, a arma de combate contra  o colonialismo português e da canção um instrumento de promoção da democracia, da justiça social, da unidade nacional e da promoção dos valores Angolanos e Africanos. A cultura Bakongo, por exemplo, assumiu particular importância na sua produção, destacando-se músicas tais como  Kimbemba, Ntoyo, Tata Nkento entre outras. Muitas outras, diria, músicas militantes e românticas, letras para encantar e para lutar, palavras de oração e liberdade, são hoje verdadeiros hinos nacionais.

Por isso tudo, por tudo o que fizeste, construiste e nos deixaste, atrevo-me a dizer que  “Fugaste da escola” da vida, meu caro amigo, meu tio, meu irmão, meu artista. Fugaste, e nada disseste. Não disseste se “Vais Voltar” para um “Funge de Domingo”, para veres as vaidades e as voltinhas da “Menina de Angola” ou para nos contar as histórias da “Tia Chica”, a tal que vendia banana, ginguba e limão.

E fugiste antes de tempo, deixando-nos mais tristes, mais sós e mais órfãos!

Com a tua partida, a partitura das nossas noites de liberdade e de fraternidade ficou sem o maestro de mão segura que nos conduziu por caminhos de harmonias pessoais e socias. E que dirá  “Ntoyo ?”, agora que não estás mais entre nós e que não teremos a oportunidade de ouvir, cantada por ti, essa magnífica canção de revolta e liberdade? Que dirá essa ave amordaçada por medos sem sentido? Vai mesmo falar, apesar das vozes discordantes e das opiniões divergentes. Assim como nós, filhos da liberdade de um país que amaste e que cantaste, vezes sem conta.

Meu caro amigo, meu tio, meu irmão, meu artista.

Se eu tivesse o engenho e a arte que passeaste por estas nossas terras, dir-te-ia coisas ainda mais lindas do que aquelas que nos cantaste.
Parafraseando uma das tuas canções e, rezando baixinho, pediria  ao “Senhor para escutar a minha voz”, dizendo-lhe que estamos aqui para nos despedirmos de ti. Dizendo-lhe que a suavidade de uma música merece as honras e as belezas do paraíso onde te encontras.

Pai, Tio Beto, Mano Beto

Infelizmente só depois de partires nesta viagem sem retorno é que compreendemos aquilo que enquanto presente não era possível compreender, a sua visão de futuro, os teus princípios, a sua verticalidade, o teu forte  espírito tradicional enraizado na Cultura Bakongo, as tuas mágoas, enfim a tua honestidade.

Visionário!
Só agora percebemos as mensagens:
Camarada a palavra de ordem é união
Irmão ama o teu irmão
Irmão ajuda o teu irmão.

Só agora compreendemos o que predisseste sobre a união genuína  dos angolanos com o funje de Domingo.

Nosso visionário e poeta!

Estamos todos aqui a cumprir  com o seu Kimbemba.

Pai, mano Beto, tio Beto, avô, primo Beto!
A tua querida Cecília, os teus filhos  Nani, Mami , Vava, irmãos e irmãs,

Os teus tios e tias,

Os teus sobrinhos e sobrinhas,

Os teus primos e primas,

Os teus Netos e Netas

Os teus irmãos e sobrinhos da Diáspora ausentes neste ultimo Adeus,

Os teus cunhados e cunhadas,

Os teus compadres e comadres,

Os teus colegas da Música,

Os teus queridos companheiros da UNAC,

Muito dos teus amigos e amigas, conhecidos, conhecidas e todos teus admiradores

Estamos todos, dizendo-te, num curto adeus de músicas tuas, que ouviremos as tuas canções para que a tristeza se converta num fio de esperanças novas, de dias cheios de felicidade e de fraternidade.

Estamos aqui para reafirmarmos o nosso compromisso com o teu legado, a continuidade do Espirito de União, honestidade, bem como garantir-lhe  que tudo faremos para continuarmos a Honrar o nome do nosso patriarca, também conhecido como o Velho Teta do Uige, pelo qual sempre te bateste e cantaste o meu “ Eu vou Voltar”.

Descansa em paz, na paz dos justos, dirá  a Igreja, e na paz dos artistas, criadores de beleza e de emoções, diremos nós. Até sempre. Toma Kwenda!

9 Junho 2008


A OCDE alerta para evolução do cibercrime e falta de respostas centralizadas e apresenta um estudo em que, nos últimos anos, o malware evoluiu da ameaça pontual para uma indústria criminosa avaliada em muitos milhões de dólares.
  
    

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Em 2005, a pedido do Governo, a AIE realizou um exame ao sector energético e às políticas energéticas em Angola. O processo incluiu a realização de uma visita de duas semanas a Angola de uma equipa de examinadores da AIE a fi m de se encontrarem com representantes de entidades públicas e outros agentes ligados ao sector energético, e ainda com o propósito de recolher documentação. A equipa realizou reuniões na capital, Luanda, e nos seus arredores, bem como em Lubango, uma cidade importante na província de Huila, a sul do país.

Este relatório é o resultado do trabalho da equipa de examinadores: um exame independente das principais questões de política energética com que se depara o país. Baseado na metodologia utilizada para os exames em profundidade dos países membros da AIE, o relatório foca as  áreas que requerem uma intervenção prioritária.

O contexto económico é baseado na nota sobre o Estado de Angola publicada pelo Centro de Desenvolvimento da OCDE e o Banco de Desenvolvimento Africano em “Perspectivas Económicas em África de 2004/2005” (African Economic Outlook 2004/2005) – ir ao endereço: www.oecd.org/dev/publications/africanoutlook.

A perspectiva resultante deste exame serve-se dos 30 anos de experiência de cooperação para a política energética dos 26 países membros da AIE. O seu objectivo é ajudar o Governo de Angola a desenvolver políticas energéticas de mercado para servir de base a um desenvolvimento económico sustentável, e identifi car as áreas a que se devem destinar o auxílio técnico e os investimentos energéticos no futuro.

Os exames já publicados de outros países não-membros incluem os exames a países da Europa central e oriental, (muitos dos quais são actualmente países membros da AIE), a Rússia, a região do mar Cáspio e a África do Sul.

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27 Maio 2008

Comunicação da 11ª Sessão da CCTDNU – Comissão da Ciência e da Tecnologia ao Serviço do Desenvolvimento das Nações Unidas

Nas nações modernas, a inovação tecnológica constitui um dos pilares da segurança e da vitalidade económica na medida em que é universalmente reconhecida como uma das chaves para o crescimento económico e a criação de postos de trabalho, e, por conseguinte, uma condição sine qua non de qualquer progresso na área da saúde, a esperança de vida e a qualidade da vida. É um ingrediente indispensável do bem-estar individual na medida em que intervém amplamente no nosso comportamento e a qualidade da nossa vida e constitui a base da maior parte das empresas modernas.

Conscientes destes desafios, as autoridades Angolanas tomaram, desde os primeiros anos da independência nacional, medidas destinadas a reforçar progressivamente as capacidades nacionais relativamente à ciência e tecnologia.

Estas medidas colocam uma tónica particular no desenvolvimento dos recursos humanos e na implementação de infra-estruturas científicas e tecnológicas.

Antes de mais, lembrem-se que Angola é um vasto território da África Austral de 1.246.700 km2. Administrativamente, encontra-se subdividido em 18 províncias. Os efeitos da guerra sobre as infra-estrutura - a destruição das pontes e das vias de comunicação - tornaram estas entidades ainda mais distantes umas das outras do que eram anteriormente.

País grandemente diversificado tanto pela distribuição espacial dos recursos naturais como pela configuração geográfica e etno-cultural dos seus povos, os quais se tornaram, às vezes, e em simultâneo, adversários e inimigos, Angola, através do seu Governo e da sua agenda política, está decididamente empenhada na redução das assimetrias sociais, na realização da unidade, da harmonia e da reconciliação nacional. Para o efeito, o Governo investiu no domínio da Ciência e Tecnologia.

Apresentamos em seguida a abordagem adoptada por Angola para fortalecer o papel da ciência e a tecnologia na sua estratégia de desenvolvimento.

23 Abril 2008

A 21 de Abril, no Fórum Africano das Melhores Práticas TIC, que está a decorrer em Ouagadougou, no Burkina Faso, foi assinado entre o Governo de Angola e a Microsoft Corporation, na pessoa do seu actual Presidente, Steve Ballmer, um acordo estratégico através do qual o Governo de Angola passará a dispor de uma licença única sobre os produtos Microsoft, com um preço negociado significantemente reduzido, que representará uma avultada redução de custos para o erário público angolano. Estiveram também presentes na assinatura deste acordo o Senhor Ali Faramawy, Vice-Presidente da Microsoft International, e o Senhor Cheick Modibo Diarra, Presidente da Microsoft África.

Durante a cerimónia, Steve Ballmer anunciou a abertura de um escritório da Microsoft Corporation em Angola, que representará todos os países africanos de língua oficial portuguesa, facto com que o Governo Angolano se congratula, na medida em que, não só Angola será palco para a representação desta grande empresa no seio dos PALOP, como também porque será a primeira empresa multinacional norte-americana a abrir escritórios em Angola, no sector das Tecnologias de Informação.

Foi também anunciada a futura a introdução do Português Angolano no Dicionário de Português da Microsoft.

No Fórum Africano das Melhores Práticas TIC, o Governo Angolano está representado pelo Senhor Professor Doutor Pedro Teta, enquanto membro convidado para discursar ao lado de sumidades como Sua Excelência Blaise Compaoré, o Presidente do Burkina Faso, ou Steve Ballmer, CEO da Microsoft Corporation. Na sua intervenção, o Senhor Professor Doutor Pedro Teta apresentou a experiência de Angola no âmbito da Governação Electrónica, designadamente, nos diversos Portais Governamentais, nas estratégias de massificação, nas infra-estruturas tecnológicas projectadas para todo o País, assim como todos estes projectos influenciam positivamente a redução da pobreza nacional, aumentam a info-inclusão e o conhecimento académico de todos os angolanos.

Para informações mais detalhadas, consultar o Centro de Informação da CNTI – Comissão Nacional das Tecnologias de Informação, em www.cnti.gov.ao .

 

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 No seguimento do 1º Fórum africano sobre as melhores práticas no domínio das tecnologias da informação e da comunicação realizado em Ouagadougou, de 7 a 9 de Junho de 2007, Ouagadougou recebeu, novamente, a 2ª edição deste Fórum, de 21 a 23 de Abril de 2008.

A 1ª edição deste Fórum teve uma dimensão sub-regional e teve a participação de mais de 350 delegados oriundos de 17 países, entre os quais 3 chefes de Estado, mais de 15 ministros, o Secretário-Geral da União Internacional das Telecomunicações, o Director-geral da ONUDI, o Banco Mundial, o Banco de Desenvolvimento Africano, a União Africana, a UNECA, a CEDEAO, a UEMOA, mais de 120 altos responsáveis governamentais e representantes do sector privado e da sociedade civil.
Esta forte participação traduz a enorme esperança que todas as partes interessadas depositam nas capacidades das tecnologias de informação e comunicação para ajudarem os países africanos a fornecer, com uma maior eficácia, serviços públicos de melhor qualidade e com um acesso mais fácil para os utilizadores, a reforçar as suas capacidades e a sua competitividade e a melhorar a transparência e a boa governação.

Esta 1ª edição do Fórum permitiu aos participantes partilharem as suas experiências, apresentando exemplos de utilização das tecnologias de informação e comunicação em diversos sectores chave do desenvolvimento, de forma a favorecer uma grande divulgação de melhores práticas que possam ser reproduzidas, para permitir transformar os objectivos acima mencionados em realidade.

A 2ª edição do Fórum tem uma dimensão pan-africana e constitui uma iniciativa da Microsoft, organizada em parceria com o Governo de Burkina Faso e com o apoio da União Europeia.

Inscreve-se no prolongamento da 1ª edição e tem por tema «Que parcerias para promover o governo electrónico em África». Como foi sublinhado na Cimeira de Kigali, organizada pela União Internacional das Telecomunicações, em Outubro de 2007, a criação, em África, das condições necessárias pode permitir transformar o atraso do continente no domínio das tecnologias de informação e comunicação em oportunidades para os investidores, de forma a colmatar muito rapidamente esse atraso e criar também condições objectivas que possam permitir que África esteja, em 2015, ao encontro dos objectivos da Declaração do Milénio para o Desenvolvimento.
Da mesma forma, durante esta 2ª edição, os participantes terão oportunidade de estudar, em detalhe, exemplos de sucesso de governos electrónicos, com o objectivo de identificarem factores chave bem-sucedidos e a definirem modelos de parcerias que envolvam o sector público, o sector privado, a sociedade civil e os parceiros financeiros, com o objectivo de duplicar estes exemplos nos países africanos que assim o desejarem, de forma durável e benéfica para as populações.
Para isso, este evento irá reunir os ministros responsáveis pelas tecnologias de informação e comunicação, da reforma do Estado e das finanças, bem como os profissionais das tecnologias de informação e comunicação.
Assistirão, também, a este Fórum altos representantes de instituições financeiras internacionais, de organizações internacionais governamentais, académicos, representantes da sociedade civil e do sector privado, incluindo, nomeadamente, industriais do sector e responsáveis pela integração de soluções informáticas. O Presidente de Burkina Faso e o Presidente da Microsoft participarão, também, no evento.

No Fórum Africano das Melhores Práticas TIC, o Governo Angolano esteve representado pelo Senhor Professor Doutor Pedro Teta, enquanto membro convidado para discursar ao lado de sumidades como Sua Excelência Blaise Compaoré, o Presidente do Burkina Faso, ou Steve Ballmer, CEO da Microsoft Corporation. Na sua intervenção, o Senhor Professor Doutor Pedro Teta apresentou a experiência de Angola no âmbito da Governação Electrónica, designadamente, nos diversos Portais Governamentais, nas estratégias de massificação, nas infra-estruturas tecnológicas projectadas para todo o País, assim como todos estes projectos influenciam positivamente a redução da pobreza nacional, aumentam a info-inclusão e o conhecimento académico de todos os angolanos.

Abaixo apresentamos todos os documentos preparados e apresentados nesta palestra:

 
22 Abril 2008

 

A República de Angola registou de 2005 ao presente ano, o terceiro maior crescimento a nível mundial, em matéria de governação electrónica, tendo aumentado o seu índice em mais de 80 por cento, aproximando-se da média mundial, soube o JA de fonte da Comissão Nacional de Tecnologias de Informação (CNTI). 

De acordo com a fonte da CNTI, essa subida no ranking tem a ver com o facto de Angola estar a destacar-se a nível mundial pela sua rápida evolução no desenvolvimento da governação electrónica, um projecto que vem sendo implementado pela Comissão Nacional de Tecnologias de Informação desde 2005.

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A revista “África Today” premiou, no dia 18 de Abril, em Luanda, em 12 categorias, instituições e pessoas singulares, que no âmbito das suas actividades, se distinguiram no contributo que prestam à sociedade.

O Sr. Professor Pedro Sebastião Teta, Vice-Ministro da Ciência e Tecnologia e Presidente da Comissão Nacional das Tecnologias da Informação de Angola, destacou-se na categoria de Tecnologias.

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A 14 de Abril de 2008, realizou-se nas instalações do CDI/SAPR, mais um Seminário sobre Governação Electrónica, que contou com a presença dos assessores de S. Exa., o Sr. Presidente da República e altos funcionários da Casa Civil da Presidência da República .  

Ver a notícia na íntegra

 

“Este documento é o início de uma caminhada de fundo, extremamente importante para a reconstrução do Estado Angolano, a estabilidade e coesão interna, a justiça social e o bem-estar dos angolanos, que requer determinação e a combinação entre acção decisiva e aprendizagem.O PASI é mais do que um repositório que sintetiza e referencia os principais projectos e acções em curso e planeadas para os próximos cinco anos (2006-2011).É um documento que contém uma visão de topo, uma estratégia formal e explícita que dá consistência e coordenação na actuação de Angola, em termos dos seus esforços de desenvolvimento da Sociedade da Informação, permitindo construir sinergias, eliminar ou evitar redundâncias e evitar sobreposições de investimentos. O modelo de desenvolvimento das TIC proposto assenta na construção de ciclos virtuosos, através de acções complementares e interactivas entre si, que aproveitam os parcos recursos de gestão existentes, maximizam a capacidade de absorção, e reduzem o risco e o investimento necessário. O desenvolvimento do PASI assentou, para além de diversas interacções com diversas entidades nacionais consideradas chave, na análise de documentação existente, agrupadas por três segmentos:

i) Estratégia de desenvolvimento de Angola;
ii) Contexto internacional ao nível da Sociedade da Informação, e
iii) Iniciativas nacionais em prol da Sociedade da Informação”.

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