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Arquivo de Junho, 2008

A OCDE alerta para evolução do cibercrime e falta de respostas centralizadas e apresenta um estudo em que, nos últimos anos, o malware evoluiu da ameaça pontual para uma indústria criminosa avaliada em muitos milhões de dólares.

Em 2005, a pedido do Governo, a AIE realizou um exame ao sector energético e às políticas energéticas em Angola. O processo incluiu a realização de uma visita de duas semanas a Angola de uma equipa de examinadores da AIE a fi m de se encontrarem com representantes de entidades públicas e outros agentes ligados ao sector energético, e ainda com o propósito de recolher documentação. A equipa realizou reuniões na capital, Luanda, e nos seus arredores, bem como em Lubango, uma cidade importante na província de Huila, a sul do país.
Este relatório é o resultado do trabalho da equipa de examinadores: um exame independente das principais questões de política energética com que se depara o país. Baseado na metodologia utilizada para os exames em profundidade dos países membros da AIE, o relatório foca as áreas que requerem uma intervenção prioritária.
O contexto económico é baseado na nota sobre o Estado de Angola publicada pelo Centro de Desenvolvimento da OCDE e o Banco de Desenvolvimento Africano em “Perspectivas Económicas em África de 2004/2005” (African Economic Outlook 2004/2005) – ir ao endereço: www.oecd.org/dev/publications/africanoutlook.
A perspectiva resultante deste exame serve-se dos 30 anos de experiência de cooperação para a política energética dos 26 países membros da AIE. O seu objectivo é ajudar o Governo de Angola a desenvolver políticas energéticas de mercado para servir de base a um desenvolvimento económico sustentável, e identifi car as áreas a que se devem destinar o auxílio técnico e os investimentos energéticos no futuro.
Os exames já publicados de outros países não-membros incluem os exames a países da Europa central e oriental, (muitos dos quais são actualmente países membros da AIE), a Rússia, a região do mar Cáspio e a África do Sul.